Seleção de candidatos: saiba como fazer por meio da escuta ativa

Você já implantou a escuta ativa no processo seletivo de sua organização? Então, vamos falar sobre esse assunto! A escuta ativa é uma técnica que torna a conversa mais profunda, é o ato de saber falar e escutar com respeito e atenção, é uma conversa branda, sem julgamentos e sem interrupções.

A participação dos colaboradores pode ter um papel essencial no processo seletivo, por isso vamos abordar sobre a escuta ativa para seleção de candidatos, sala de bate-papo privada, avaliação recíproca sobre os resultados da conversa, o que os gestores e integrantes do time esperam do novo membro, valorizar a comunicação interna.

Quer conhecer os efeitos que a escuta ativa pode beneficiar a sua empresa? Acompanhe este artigo para saber mais!

1. Escuta ativa para seleção de candidatos

Utilizar a escuta ativa no processo de recrutamento e seleção de uma organização é a maneira mais certa de conhecer mais detalhes da pessoa que almeja uma vaga de emprego. Realizar uma escuta ativa é voltar-se plenamente a detalhes da conversa, é saber falar e ouvir, é não interromper o outro, é deixar o candidato ficar à vontade para falar o máximo de si para ser conhecido em vários aspectos. Durante esse diálogo é possível avaliar o perfil do candidato em relação à cultura organizacional da empresa.

A escuta ativa é um diálogo diferenciado e, para que aconteça com produtividade, é importante pensar em diversos tópicos, como:

  • deve-se escolher um lugar em que ambos sintam-se acolhidos, um ambiente sem ruídos, para que as perguntas e respostas fluam com naturalidade;
  • esse diálogo é mais conveniente que ocorra somente entre o recrutador ou colaborador e o concorrente.

2. Sala de bate-papo privada

A sala de bate-papo privada da empresa é um local propício para uma conversa reservada, como a escuta ativa, voltada a aprofundar a relação entre gestor e colaborador ou deles com o candidato. É uma sala específica para ocasiões especiais e que oferece todo conforto para uma conversa considerada decisiva.

Com o passar do tempo, os gestores foram percebendo e entendo a importância do seu relacionamento com os seus colaboradores e atualmente esse é um “ponto-chave” para que os seus funcionários sintam-se mais seguros e motivados dentro da empresa.

Há quem pense que ser chamado para uma conversa com o chefe é para receber aquela chamada de atenção por ter “deslizado” em algumas palavras ou ações. E esse ponto de vista ainda ocorre em muitas empresas. No entanto, é necessário desmistificá-lo, pois é uma cultura retrógrada que não traz bons resultados.

Atualmente, o diálogo entre os gestores e os colaboradores deve ser realizado na condição de escuta ativa. Essa nova forma de dialogar abre espaço para que ambos se conheçam com mais profundidade, é uma conversa voltada de atenção e interesse em deixar os colaboradores à vontade para expressarem seus sentimentos, seus pontos de vista sobre como se sentem como profissionais, como pessoas e, também, tem o livre arbítrio de dar sugestões para o desenvolvimento da organização.

3. Avaliação recíproca sobre os resultados da conversa

A escuta ativa, devido a sua grande característica, sendo algumas delas, o ouvir e o falar com atenção ao outro, tem grande possibilidade de haver entendimento e resultar em práticas benéficas para gestores, colaboradores e a corporação.

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Ao final do diálogo é fundamental que ocorra uma avaliação, em que cada membro do grupo demonstre seus sentimentos e pontos de vista que a conversa resultou para si, é importante demonstrar, também, quais as expectativas que ambos estão levando consigo a partir daquele momento. É oportuno, também, exteriorizarem o compromisso de melhores práticas para o crescimento pessoal e para o sucesso da organização.

4. O que os gestores e integrantes do time esperam do novo membro

Inserir um novo membro no time de profissionais requer paciência e compreensão de todo o grupo da organização. É um período de adaptação para o colaborador que acabou de chegar.

Por já ser uma equipe sólida, espera-se que o novo funcionário se integre com as demais pessoas e saiba interagir com os colaboradores e gestores para partilhar seus conhecimentos e, também, absorver as regras e os novos saberes que a instituição tem a oferecer.

A empresa Google ocupa o sexto lugar entre as empresas dos Estados Unidos e tem uma abordagem diferenciada em seu onboarding, inseriu o “onboarding just in time”, durante o processo de adaptação do novo componente.

Essa metodologia resultou em um aumento de 25% no onboarding da empresa e um aumento significativo do engajamento e contentamento da equipe.

5. Valorizar a comunicação interna

A comunicação interna é uma prática que vem sendo muito valorizada nas instituições privadas, sobretudo, nas empresas em ascensão. Essa forma de relacionamento tem despertado nos colaboradores e nos gestores, uma diferença de comportamento e como consequência a diferença nos resultados do trabalho de cada setor. Mas não é uma forma qualquer de dialogar, é uma escuta ativa, aquela permeada de atenção.

A escuta ativa entre os colaboradores é indispensável, pois essa forma de conversar aproxima pessoas de maneira que proporciona a todos um bem-estar no ambiente de trabalho, tornando as relações férteis para a formação de parcerias sólidas, gerando reciprocidade nos relacionamentos e engajamento nas atividades do dia a dia.

Um grupo de talentos alinhado e participativo pode também intervir no momento de recrutamento e seleção de candidatos que busca ser inserido na organização. Um diálogo por meio da escuta ativa entre colaboradores e o candidato pode intervir na decisão do processo. Nesse caso, o gestor capta a informação do colaborador, para que ele apresente seu ponto de vista em relação ao candidato.

Portanto, colocar em ação a escuta ativa na sua empresa pode levar a um desenvolvimento significativo no clima organizacional de sua empresa. Neste post, você teve a oportunidade de aprender sobre a escuta ativa para seleção de candidatos, a valorização da comunicação etc. Importante ressaltar que ouvir a opinião dos colaboradores na hora de contratar um novo membro é uma contribuição diferenciada.

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